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Planos de saúde: pacientes de câncer sofrem mais

 
 

As maiores vítimas de negativas de coberturas dos planos de saúde são pacientes em tratamento de câncer e outras doenças que exigem procedimentos e equipamentos de alta complexidade e custo, como PET-scan, stent e cânula para abrir artérias. Nestes casos, a última opção acaba sendo levar a discussão para a Justiça.
É o caso de Emanuel Santiago Silva, portador de melanoma com extensa doença metastática linfonodal (câncer). Durante tratamento quimioterápico no Hospital Sírio Libanês, a Medial Saúde deixou de dar cobertura aos ciclos de aplicação dos medicamentos quimioterápicos.
“Viemos de Aracaju para fazer tratamento aqui em São Paulo. Quando demos entrada no hospital, o plano não aceitou dizendo que a quimioterapia era experimental. A partir daí, foi uma luta entramos com processo e conseguimos liminar atrás de liminar”, conta a esposa de Emanuel, Erlita Chagas Silva, 53 anos, professora aposentada.
A advogada do casal, Renata Vilhena, do escritório especializado em direito à saúde Vilhena Silva, conta que a empresa colocava empecilhos e fazia de tudo para atrasar a quimioterapia. “A ANS intervém e faz novas resoluções, mas nunca consegue resolver o problema. O setor está muito confuso e com, cada vez ,mais brechas para as empresas negarem tratamento. A única alternativa que resta a esses pacientes é a Justiça”, diz.
A Amil (dona da Medial) informou que “cumpriu decisão judicial e que todos os tratamentos previstos contratualmente foram cobertos”. No entanto, ressaltou que “o uso experimental (off label) de alguns medicamentos não tem cobertura contratual”.
A empresa diz que a eficácia do uso de tais fármacos não é reconhecida e pode gerar danos ao paciente e responsabilidade civil para os profissionais de saúde envolvidos no tratamento.
FONTE ESTADÃO

RISCO EMINENTE DE DENGUE




Rio Branco, Porto Velho e Cuiabá em situação de risco de epidemia da dengue
 
 

Os dados do Liraa (Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) do Ministério da Saúde foram divulgados nesta segunda-feira e revelaram que 48 municípios brasileiros estão em situação de risco para ocorrência de surto de dengue. O estudo foi realizado pelo governo federal em parceira com as secretarias municipais de saúde, entre os meses de outubro e novembro deste ano.
Nos municípios em situação de risco, mais de 3,9% dos imóveis pesquisados apresentaram larvas do mosquito. Ao todo participaram 561 cidades. O mapa revelou ainda que 4,6 milhões de pessoas vivem em áreas de risco para epidemia de dengue. A nova avaliação aponta, ainda, que 236 cidades estão em alerta (com índice entre 1% e 3,9%) e 277 possuem índice satisfatório, abaixo de 1%.
Os municípios em situação de risco, incluindo três capitais - Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Cuiabá (MT) - estão localizados em 16 estados brasileiros: quatro na Região Norte; sete no Nordeste ; três no Sudeste; um no Centro-Oeste e um na Região Sul.
Estado de alerta
Entre as capitais em situação de alerta, destacam-se Salvador, com índice de infestação de 3,5%; Recife (3,1); Belém (2,2); São Luis (1,6%); e Aracaju (1,5%). Fortaleza e Natal, que no ano passado estavam em estado de alerta, passaram para situação considerada satisfatória, com índices de infestação de 0,9 e 0,8, respectivamente.
Neste ano, o estudo foi ampliado para 561 municípios, um acréscimo de 53% com relação a 2010, quando foi realizado em 427 cidades. O levantamento passará a ser feito três vezes ao ano. A medida tem como objetivo possibilitar que as comunidades conheçam os lugares mais críticos.
Proliferação
Na região Norte, a predominância dos criadouros do mosquito está concentrada nos resíduos sólidos de lixo (44% dos imóveis analisados). Já na Região Nordeste o problema está relacionado ao abastecimento de água (caixas de água, tambores, poços) onde se encontram 72,1%.
Os principais focos (46,9%), na Região Sudeste, estão nos depósitos domiciliares (vasos, pratos, bromélias, ralos, lages e piscinas). No Centro-Oeste os criadouros estão relacionados ao abastecimento de água e, no Sul, ao lixo.
FONTE IG

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