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Planos de saúde: pacientes de câncer sofrem mais

 
 

As maiores vítimas de negativas de coberturas dos planos de saúde são pacientes em tratamento de câncer e outras doenças que exigem procedimentos e equipamentos de alta complexidade e custo, como PET-scan, stent e cânula para abrir artérias. Nestes casos, a última opção acaba sendo levar a discussão para a Justiça.
É o caso de Emanuel Santiago Silva, portador de melanoma com extensa doença metastática linfonodal (câncer). Durante tratamento quimioterápico no Hospital Sírio Libanês, a Medial Saúde deixou de dar cobertura aos ciclos de aplicação dos medicamentos quimioterápicos.
“Viemos de Aracaju para fazer tratamento aqui em São Paulo. Quando demos entrada no hospital, o plano não aceitou dizendo que a quimioterapia era experimental. A partir daí, foi uma luta entramos com processo e conseguimos liminar atrás de liminar”, conta a esposa de Emanuel, Erlita Chagas Silva, 53 anos, professora aposentada.
A advogada do casal, Renata Vilhena, do escritório especializado em direito à saúde Vilhena Silva, conta que a empresa colocava empecilhos e fazia de tudo para atrasar a quimioterapia. “A ANS intervém e faz novas resoluções, mas nunca consegue resolver o problema. O setor está muito confuso e com, cada vez ,mais brechas para as empresas negarem tratamento. A única alternativa que resta a esses pacientes é a Justiça”, diz.
A Amil (dona da Medial) informou que “cumpriu decisão judicial e que todos os tratamentos previstos contratualmente foram cobertos”. No entanto, ressaltou que “o uso experimental (off label) de alguns medicamentos não tem cobertura contratual”.
A empresa diz que a eficácia do uso de tais fármacos não é reconhecida e pode gerar danos ao paciente e responsabilidade civil para os profissionais de saúde envolvidos no tratamento.
FONTE ESTADÃO

RISCO EMINENTE DE DENGUE




Rio Branco, Porto Velho e Cuiabá em situação de risco de epidemia da dengue
 
 

Os dados do Liraa (Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti) do Ministério da Saúde foram divulgados nesta segunda-feira e revelaram que 48 municípios brasileiros estão em situação de risco para ocorrência de surto de dengue. O estudo foi realizado pelo governo federal em parceira com as secretarias municipais de saúde, entre os meses de outubro e novembro deste ano.
Nos municípios em situação de risco, mais de 3,9% dos imóveis pesquisados apresentaram larvas do mosquito. Ao todo participaram 561 cidades. O mapa revelou ainda que 4,6 milhões de pessoas vivem em áreas de risco para epidemia de dengue. A nova avaliação aponta, ainda, que 236 cidades estão em alerta (com índice entre 1% e 3,9%) e 277 possuem índice satisfatório, abaixo de 1%.
Os municípios em situação de risco, incluindo três capitais - Rio Branco (AC), Porto Velho (RO), Cuiabá (MT) - estão localizados em 16 estados brasileiros: quatro na Região Norte; sete no Nordeste ; três no Sudeste; um no Centro-Oeste e um na Região Sul.
Estado de alerta
Entre as capitais em situação de alerta, destacam-se Salvador, com índice de infestação de 3,5%; Recife (3,1); Belém (2,2); São Luis (1,6%); e Aracaju (1,5%). Fortaleza e Natal, que no ano passado estavam em estado de alerta, passaram para situação considerada satisfatória, com índices de infestação de 0,9 e 0,8, respectivamente.
Neste ano, o estudo foi ampliado para 561 municípios, um acréscimo de 53% com relação a 2010, quando foi realizado em 427 cidades. O levantamento passará a ser feito três vezes ao ano. A medida tem como objetivo possibilitar que as comunidades conheçam os lugares mais críticos.
Proliferação
Na região Norte, a predominância dos criadouros do mosquito está concentrada nos resíduos sólidos de lixo (44% dos imóveis analisados). Já na Região Nordeste o problema está relacionado ao abastecimento de água (caixas de água, tambores, poços) onde se encontram 72,1%.
Os principais focos (46,9%), na Região Sudeste, estão nos depósitos domiciliares (vasos, pratos, bromélias, ralos, lages e piscinas). No Centro-Oeste os criadouros estão relacionados ao abastecimento de água e, no Sul, ao lixo.
FONTE IG

Anvisa proíbe alimentos e bebidas à base de Aloe vera



       
               A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de Aloe vera. De acordo com o órgão, não há comprovação da segurança do uso do componente e nem registro para esse fim. A restrição foi publicada hoje (14.11) no Diário Oficial da União.

A Aloe vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. É usada principalmente em produtos para o cabelo, mas recentemente também era encontrada em bebidas e alimentos, inclusive com função de emagrecimento. Por se encaixar na categoria de “novos alimentos”, a planta precisa se submeter ao registro da Anvisa para poder ser comercializada com esse fim.
De acordo com a resolução, o uso da Aloe vera é regulamentado apenas como aditivo na função de aromatizantes de alimentos e bebidas, o que continua sendo permitido.
FONTE AGENCIA BRASIL

Câmara aprova relatório com mais R$ 3,4 bilhões para saúde


      

        
         A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta quinta-feira (10), após três horas de debate, o parecer preliminar da proposta orçamentária para 2012. A votação manteve o cerne do parecer original apresentado pelo deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) há 20 dias, mas as negociações mantidas nesta semana provocaram mudanças, reforçando significativamente a dotação das ações de saúde, que ganhou mais R$ 3,4 bilhões.
A ampliação tem duas fontes. Primeiro, os parlamentares decidiram que os recursos destinados às emendas de iniciativa popular (R$ 2,209 bilhões) vão financiar somente ações de estruturação da rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Depois, elevaram o limite das emendas individuais de R$ 13 milhões, proposto por Chinaglia, para R$ 15 milhões para cada parlamentar, sendo que a diferença (R$ 2 milhões) será usada somente em ações de saúde. Multiplicado por 594 parlamentares, entre deputados e senadores, isso representa mais R$ 1,188 bilhão para a área.
As ações e os serviços públicos de saúde haviam sido contemplados com R$ 79,6 bilhões no projeto do Orçamento. O piso constitucional, dado pela Emenda 29/00, é de R$ 79,9 bilhões. Com o acréscimo aprovado nesta quinta, esse valor chegará a, pelo menos, R$ 83 bilhões.
O parecer aprovado também preservou a visão do relator de não antecipar valores na discussão de reajustes para o funcionalismo público e para os aposentados e pensionistas da Previdência que ganham acima do salário mínimo. Dois destaques, de autoria do DEM e do PSDB, tentaram incluir valores ou percentuais de ganho real, mas foram derrubados com apoio da base aliada. A reunião foi acompanhada o tempo todo por representantes das duas categorias, que criticaram a decisão da comissão.
No caso do Judiciário, a ideia do autor da emenda, deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), era obrigar Chinaglia a reservar R$ 1,467 bilhão para garantir as duas primeiras parcelas de reajuste dos servidores em 2012, de um total de seis, a serem pagas em três anos. Chinaglia pediu a rejeição do destaque. Para ele, o aumento, pelo seu impacto fiscal significativo, precisa ser mais negociado.
Brizza Cavalcante
Servidores e aposentados pressionaram, mas percentual de reajuste não foi incluído no texto. Em relação às aposentadorias, o relator incluiu no parecer a possibilidade de reforçar a dotação do INSS para elevar o reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo.
Participação popular - As emendas de iniciativa popular são a principal novidade do texto do relator. Por meio delas, 4,9 mil municípios com população de até 50 mil habitantes poderão indicar emendas para o Orçamento da União em valores de R$ 300 mil a R$ 600 mil, dependendo da população.
A indicação será feita em audiência pública nas câmaras de vereadores, com participação da prefeitura e da população. A emenda deverá ser enviada por Sedex à Comissão de Orçamento, com data de postagem até o dia 10 de dezembro. Não há garantia de execução, pois elas se inscrevem entre as despesas discricionárias – que podem ou não ser executadas pelo Executivo. Por sugestão do deputado Alex Canziani (PTB-PR), as emendas poderão financiar ações executadas por consórcios públicos. Nesse caso, os valores dos municípios se somam.
No parecer original, Chinaglia havia proposto um conjunto de ações que poderiam ser financiadas pelas emendas. A centralização na saúde foi uma decisão política tomada pelos líderes na comissão, em uma reunião que antecedeu à discussão do parecer.
O pano de fundo foi o questionamento dos parlamentares sobre a novidade. Temia-se que as emendas provocassem uma falsa expectativa na população de liberação garantida, com prejuízo, no caso de não execução, para a imagem do parlamentar atuante no local. A sugestão de centralizar na saúde partiu de Chinaglia, que assim preservou a novidade e atendeu os deputados.
Também foi ideia do relator reservar R$ 2 milhões, do valor das emendas individuais, para a saúde. Não é a primeira vez que isso acontece (veja quadro ao lado). A diferença foi o contexto de decisão. O aumento do limite das emendas de R$ 13 milhões para R$ 15 milhões foi definido pelos líderes na comissão com a objeção do PSDB, do PT, do PSC e da liderança do governo no Congresso. Rogério Marinho (RN), líder dos tucanos na comissão, chegou a dizer que o valor deveria ser reduzido, e não aumentado.
Chinaglia sugeriu então que o acréscimo fosse para a saúde, proposta que prevaleceu. Coube ainda ao relator acomodar o aumento de despesa provocado pelo novo valor. As emendas individuais vão somar R$ 8,91 bilhões em 2012 – R$ 1,188 bilhão acima do previsto. A diferença será coberta pela redução dos recursos para as 27 bancadas estaduais e as comissões temáticas do Congresso. O vice-líder do governo no Congresso, Gilmar Machado (PT-MG), ressaltou, porém, que o Executivo era contra o aumento.
Prazo de apresentação - Com a aprovação do parecer preliminar, a proposta orçamentária entra na fase mais importante: a definição das despesas pelos relatores setoriais e a apresentação de emendas – esta última tem prazo do dia 14 até o dia 23.
FONTE AGENCIA CÂMARA

Mais de 10 milhões de receitas de antibióticos são desnecessárias



A cada ano, pediatras fazem mais de 10 milhões de prescrições de antibióticos desnecessárias nos Estados Unidos. As receitas são usadas em casos como gripe e asma, contribuindo para a resistência às drogas, mostra um novo estudo.
Pesquisadores analisaram uma amostra de quase 65 mil visitas ambulatoriais de menores de 18 anos, entre 2006 e 2008. Os achados estão descritos no periódico Pediatrics.
No total, os médicos prescreveram um antibiótico a cada cinco visitas, a maioria para crianças com problemas respiratórios como pneumonia.
Algumas dessas infecções realmente eram causadas por bactérias e precisavam de antibióticos. Mas quase um quarto de todas as prescrições foram dadas a crianças com condições respiratórias que provavelmente não precisavam desse tipo de medicamento, como bronquites, gripe, asma e alergias.
"Isso equivale a mais de 10 milhões de prescrições de antibióticos a cada ano que provavelmente não farão nenhum bem, mas podem causar danos", diz o líder do estudo, Adam Hersh, da University of Utah.
"Um dos motivos do abuso é que o diagnóstico frequentemente não está claro. Isso é comum nas infecções de ouvido. A decisão acaba sendo de prescrever o antibiótico, só para garantir", ele diz ele.
Metade de todos os antibióticos prescritos eram de amplo espectro, que agem contra uma vasta gama de bactérias, matando inclusive muitas das benéficas que vivem no nosso organismo e abrindo caminho para infecções por bactérias resistentes.
"Antibióticos são ótimos. Às vezes eles são realmente necessários, a questão é ser criterioso sobre quando devemos usá-los", diz Betsy Foxman, epidemiologista da University of Michigan School of Public Health.
Além disso, dar antibióticos a crianças quando não é necessário aumenta o risco de infecções resistentes tanto na criança quanto na sociedade como um todo, ela enfatiza.
Para Hersh, uma forma simples de evitar o abuso seria esperar alguns dias e examinar a criança novamente antes da prescrição. "Se o diagnóstico é incerto, considere se seria seguro esperar um dia ou dois, mantendo um acompanhamento bem próximo da criança, em vez de começar imediatamente com o antibiótico."
FONTE ESTADÃO

PREÇO DA DROGA DE PARKINSON CAIRÁ

        


        A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou a transferência de tecnologia do medicamento pramipexol, para doença de Parkinson, com o laboratório alemão Boehringer Ingelheim. Em cinco anos, o remédio será fabricado no Brasil. Nesse período, o governo economizará R$ 65 milhões.

"Parkinson integra o campo das doenças que têm a ver com envelhecimento. É uma área que pede uma política muito bem direcionada, para não ficarmos defasados e dependentes da produção externa", disse o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

A doença surge quando há degeneração das células no cérebro, que deixam de produzir dopamina, neurotransmissor ligado aos movimentos. Quando os níveis de dopamina caem, o paciente apresenta rigidez muscular e tremores. O medicamento imita a ação da dopamina e interrompe a degeneração das células e a perda da coordenação motora - por isso é indicado para o início do tratamento.

Hoje, o País tem cerca de 200 mil pessoas com a doença, segundo a Associação Brasileira de Parkinson. O tratamento mensal com pramipexol custa R$ 680, ou seja, o gasto anual é de R$ 8.160. O governo compra o medicamento com desconto de 30%.

O Ministério da Saúde repassa R$ 37 milhões anuais para a compra de remédios por municípios e Estados, que complementam o valor do medicamento.

A transferência de tecnologia prevê a redução gradual do valor unitário do comprimido. Na forma de 1mg, por exemplo, o valor unitário passará de R$ 3,58 no primeiro ano para R$ 1,71, no último ano. O Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) ficará à frente da produção. "Hoje não há compra centralizada. O governo federal repassa o dinheiro para que Estados e municípios comprem o medicamento. Acredito que, com o barateamento do custo de fabricação, haverá crescimento da demanda", afirmou o diretor de Farmanguinhos, Hayne Felipe da Silva.

FONTE O ESTADO DE SP

Pesquisa descobre por que sarampo se espalha tão rapidamente




              Pesquisadores da Clinica Mayo, nos Estados unidos, descobriram por que o sarampo, talvez doença viral mais contagiosa do mundo, se espalha tão rapidamente: ele infecta uma proteína presente em células da traqueia, e depois vai para a garganta do hospedeiro. A tosse da vítima despeja milhares de partículas prontas para contaminar outra pessoa. O achado, publicado no periódico científico Nature nesta quarta-feira, 2, também abre caminho para novas terapias contra tumores, usando vírus para combater o câncer.

"O vírus do sarampo desenvolveu uma estratégia diabólica", explica Roberto Cattaneo, líder do trabalho. "Primeiro ele ataca as células do sistema imunológico que patrulham os pulmões para entrar no hospedeiro. Depois viaja dentro de outras células imunológicas pelo corpo todo. As células infectadas entregam essa carga especificamente a células que expressam a proteína nectin-4, o novo receptor, que estão localizadas na traqueia. Assim, o vírus emerge do hospedeiro exatamente onde o contágio é facilitado."

Os autores também comemoram outro aspecto da pesquisa: a proteína nectin-4 é um marcador de vários tipos de tumores, como o de ovário, mama e pulmão. Já estão em andamento pesquisas que utilizam o vírus do sarampo para atacar câncer.

Como o sarampo ativa alvos dessa proteína, uma terapia baseada nesse vírus poderá ser bem sucedida em pacientes com tumores que expressam a proteína nectin-4. Muitos pesquisadores acreditam que vírus modificados pode ser uma alternativa menos tóxica à quimioterapia e radioterapia.

Apesar do desenvolvimento da vacina, o vírus continua a afetar mais de 10 milhões de crianças a cada ano, matando cerca de 120 mil no mundo inteiro. Nos últimos anos, o contágio tem aumentado nas pessoas não vacinadas, e o sarampo continua sendo um problema de saúde pública nos Estados Unidos.

FONTE AGÊNCIA DE NOTÍCIAS

Novas vacinas reduzem internações por pneumonia




Estudo mostra que a introdução das vacinas contra Influenza A (H1N1) e da anti-pneumocócica no calendário de vacinas obteve impacto positivo na redução das hospitalizações por pneumonia. Levantamentos preliminares do Ministério da Saúde, e publicadas no estudo Saúde Brasil 2010, comprovam impacto significativo das vacinas contra a Influenza A (H1N1) e anti-pneumocócica na redução de internações por pneumonia nos hospitais do Sistema Único de Saúde. A avaliação foi feita em dez municípios: São Paulo, Salvador, Recife, Curitiba, Goiânia, Fortaleza, Manaus, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, e considerando dois períodos – de 2005 a 2008 e os anos de 2009 e 2010 (antes e depois da pandemia de influenza). Em 2010, a vacina pneumocócica conjugada foi introduzida no calendário básico de imunização infantil (menores de 2 anos) e o Brasil vacinou mais de 88 milhões de pessoas contra a influenza H1N1.

Neste ano, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação contra influenza. Além de idosos e populações indígenas, atendidos desde 1999, passaram a ser imunizadas crianças entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais da saúde. (Confira tabela em www.saude.gov.br)

As pneumonias são responsáveis por altas taxas de internações e mortalidade, especialmente entre crianças menores de cinco anos. Cerca de 15 milhões de crianças são hospitalizadas por ano, por pneumonia, em países em desenvolvimento. A doença figura como uma das principais causas de mortalidade infantil e das principais causas de morte prevenível por vacinação em crianças sendo responsável por cerca de 20% dos 8,8 milhões de óbitos anuais em todo o mundo. O pneumococo contribui com percentual entre 60% e 75% das pneumonias bacterianas.

A pneumonia é uma importante causa de hospitalização no SUS. Em 2009, o número de hospitalizações por pneumonia no Brasil cresceu cerca de 20% - em maio deste ano foi notificado o primeiro caso de H1N1. O monitoramento das internações por influenza e pneumonia é um dos componentes do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza no Brasil que tem como objetivo avaliar a tendência desse problema e identificar eventuais mudanças no seu padrão de ocorrência.

A queda no número de hospitalizações por pneumonia após a campanha de vacinação contra a Influenza H1N1 e a introdução da vacina anti-pneumocócica na rotina de vacinação das crianças, ambas em 2010, pode ser observada na tabela abaixo.  Em todos os municípios estudados, as maiores coberturas para a vacina H1N1 foram em menores de 2 anos, seguida dos adultos jovens (20 a 39 anos). O maior impacto na redução de hospitalizações por pneumonia em menores de 2 anos foi em Curitiba (redução de 34%) onde ambas as vacinas apresentaram as maiores coberturas vacinais.

FONTE MINISTÉRIO DA SAÚDE

EXPECTATIVA PARA 1ª CIRURGIA DE IMPLANTE DE CORAÇÃO ARTIFICIAL

 
Publicada em: 30-10-2011
 
 

                   Aprimeira cirurgia para implante de um coração artificial desenvolvido no Brasil deverá ser realizada até o final do ano. Essa é a expectativa dos responsáveis pelo dispositivo, uma equipe formada por médicos, engenheiros, tecnólogos, biomédicos do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, de São Paulo, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade São Judas Tadeu, da Faculdade Armando Álvares Penteado, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos e da Faculdade de Tecnologia de Sorocaba.
O dispositivo já passou por todos os testes em bancada e em animais e só aguarda o aval do Ministério da Saúde para ser implantado em humanos. Batizado de coração artificial auxiliar (CAA), ele deverá ser implantado no peito de pacientes com insuficiência cardíaca severa que aguardam na fila de transplante e será conectado ao coração natural. Esse é um diferencial fundamental em relação aos 2 modelos de coração artificial total (CAT) em uso no mundo, os norte-americanos Abiocor e Syncardia, já implantados em cerca de 100 pacientes, que substituem o órgão natural. “O nosso coração artificial é o primeiro do mundo com essa concepção de trabalhar junto com o órgão natural”, afirma o engenheiro mecânico especializado em bioengenharia Aron José Pazin de Andrade, professor e coordenador do Centro de Engenharia em Assistência Circulatória do Instituto Dante Pazzanese. Para o cardiologista e ex-ministro da Saúde Adib Jatene, “com o coração artificial auxiliar, o Brasil está dominando uma nova tecnologia e isso é muito importante para o país. Não vamos mais ficar dependentes de outras nações nesse setor”.
A importância do dispositivo pode ser percebida quando se olha para as estatísticas de óbitos relacionados a doenças cardiovasculares. Enfermidades do coração lideram o ranking de mortalidade no país, com cerca de 300 mil óbitos por ano, e a Organização Mundial da Saúde prevê que o índice dessas doenças deva aumentar 250% até 2040. Em muitos casos, a única forma de tratamento é o recebimento de um coração transplantado. Em 2009 foram realizados cerca de 300 transplantes cardíacos em hospitais brasileiros e milhares de pessoas aguardavam na fila para esse procedimento. Ocorre que muitos desses pacientes morrem antes que sejam a eles submetidos, em razão do estágio avançado da doença. O coração artificial auxiliar deverá servir como uma “ponte para o transplante”.

Pouco maior que uma bola de tênis e pesando cerca de 600 gramas, o CAA é construído com materiais biocompatíveis como polímeros e ligas de titânio. Trata-se de um dispositivo de fluxo pulsátil que só bombeia o sangue quando o ventrículo artificial se enche. O princípio de funcionamento do CAA é eletromecânico, dotado de 2 ventrículos, sendo que o direito auxilia seu equivalente natural enviando o sangue com mais pressão para a artéria pulmonar, enquanto o esquerdo, também acoplado ao seu equivalente natural, bombeia o sangue arterial para a aorta, que o distribui pelo organismo.
“O ventrículo natural bombeia para dentro do artificial e este bombeia para fora”, diz Andrade. Um motor alimentado por uma bateria proporciona o deslocamento de diafragmas que produzem o fluxo sanguíneo pulsátil, reproduzindo, assim, as funções do órgão natural. O dispositivo será implantado na barriga do paciente, abaixo do diafragma, e um cabo elétrico, da espessura de um dedo, sairá do abdome em direção a um controlador, responsável por comandar o funcionamento do CAA. A expectativa dos pesquisadores é de que o custo do aparelho nacional fique entre US$ 30 mil e US$ 60 mil. O preço final vai depender da demanda e se o Instituto Dante Pazzanese vai ou não se associar a uma empresa para a produção. Após o aval do Ministério da Saúde, o CAA será implantado gratuitamente nos pacientes do instituto.
O aparelho, explica o coordenador da pesquisa, oferece algumas vantagens em relação ao equipamento que substitui totalmente o coração natural. Aprimeira delas é que a cirurgia é mais simples, rápida e evita um procedimento de alto risco quando o coração do paciente para totalmente de bater e seu funcionamento é substituído durante algumas horas por um equipamento de circulação extracorpórea. Além disso, mantendo-se o coração natural do paciente, é possível controlar mais facilmente os níveis de pressão e frequência de batimento do coração artificial, o que contribui para o êxito da técnica. Os primeiros implantes do CAA serão paracorpóreos (fora do corpo), com a conexão a um ventrículo artificial, no caso o esquerdo, responsável pelo bombeamento do sangue para o corpo. Esse ventrículo é geralmente o mais lesado em cardiopatas por ser o que faz mais esforço.
Numa segunda etapa, que deve ocorrer um ano após os primeiros procedimentos com o novo coração, a equipe passará a fazer implantes na cavidade abdominal com o acoplamento dos ventrículos artificiais.
FONTE FAPESP

Estudos britânicos e do FDA apontam risco em contraceptivos

A Anvisa solicita que os profissionais de saúde notifiquem à Agência sobre as reações adversas graves em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, mesmo que as reações estejam descritas em bula.

As notificações devem ser feitas pelo sistema Notivisa, disponível no sítio da Anvisa pelo endereço eletrônico. Esse acompanhamento mais atento se deve à publicação de estudos recentes no British Medical Journal e no sítio eletrônico da agência norte-americana para medicamentos e alimentos, o FDA (Food and Drugs Administration).

O estudo divulgado pelo FDA nesta quarta-feira (25/10) sugere um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos, de trombose venosa e tromboembolia pulmonar. Dois artigos publicados no British Medical Journal (BMJ) levantaram a mesma questão.
As pacientes em uso de anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona devem seguir todas as recomendações do médico que as acompanha. É importante comunicar imediatamente ao médico caso desenvolvam reações adversas durante o uso, mesmo que as reações constem da bula.

A Anvisa informa aos profissionais de saúde e pacientes que ainda não concluiu parecer definitivo sobre os medicamentos, mas permanece acompanhando o assunto. No momento a posição da Agência é favorável ao uso, desde que utilizados sob supervisão médica e de acordo com as orientações contidas na bula.

Estudos publicados anteriormente, em 2007 e 2009,  também abordaram o risco de coágulos sanguíneos em mulheres que usam pílulas anticoncepcionais contendo drospirenona. Entretanto, esses estudos tiveram resultados conflitantes.

FONTE ANVISA

Inca anuncia novas recomendações para tratamento do câncer de mama

Publicada em: 31-10-2011

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulga hoje uma lista de recomendações para o controle da mortalidade do câncer de mama. Entre as medidas, estabelece em 3 meses o prazo máximo entre o diagnóstico de tumor e a cirurgia. Também fixa o período para o início das terapias complementares, como químio e radioterapia - entre 60 e 120 dias após o tratamento inicial.
A divulgação faz parte das ações da instituição no Outubro Rosa, movimento internacional que busca chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.
A cirurgia logo depois do diagnóstico garante maior sobrevida às pacientes. Estudos científicos mostram que a demora superior a três meses compromete a expectativa de vida das mulheres. As pacientes que se tratam pelo Sistema Único de Saúde (SUS) precisam esperar 188 dias, em média, entre o diagnóstico e a cirurgia, segundo levantamento divulgado pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama). Essa espera cai para 15 dias se a pessoa tiver plano de saúde.
As sete recomendações divulgadas pelo Inca não têm força de lei, mas se forem seguidas pelas secretarias municipais e estaduais de saúde e pelos consultórios particulares têm potencial para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida das pacientes com tumores de mama. Esse é o tipo de câncer que mais mata na população feminina - 12 mil mulheres morrem por ano em decorrência da doença.
Tratamento
"Essas recomendações são um desdobramento do que a gente sugeriu no ano passado, quando o foco foram estratégias para detecção precoce. Detectar não é um fim em si mesmo. O importante é que se instituam medidas necessárias para que o câncer seja tratado adequadamente", afirmou o oncologista José Bines, responsável pelo grupo de tumor de mama do Inca.
"O País é grande, heterogêneo, e a ideia é instituir parâmetros mínimos para que sejam alcançados em todo o território nacional. O ideal é que a cirurgia e as terapias sejam feitas o mais breve possível. Estabelecemos tempos máximos; os lugares que estão fazendo em menos tempo, melhor".
Segundo o Inca, toda mulher deve ter seu diagnóstico complementado com a avaliação do receptor hormonal. "A maior parte dos tumores de mama são alimentados pelo hormônio feminino. No exame do tumor como um todo, o patologista identifica a presença ou não do receptor hormonal. E este receptor está presente em 70 a 80% dos casos", explica Bines. "Se estiver presente, é preciso fazer um tratamento anti-hormonal para inibir esse potencial crescimento." Essa terapia também está no rol divulgado pelo Inca - se indicada, deve ser iniciada em até 60 dias depois da cirurgia.
O Inca também recomenda que as mulheres com câncer de mama sejam acompanhadas por equipe multidisciplinar de especialistas (oncologista, cirurgião, radioterapeuta, enfermeiros, psicólogo) e tratadas em ambiente acolhedor, com acesso a cuidados paliativos. Os hospitais também devem ter Registro de Câncer em atividade, serviço que permite coletar informações para monitorar e avaliar a qualidade do tratamento oferecido às pacientes.
FONTE O ESTADO DE SP

RENOVAÇÃO DA ESPECIE HUMANA

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NATUREZA







FACHADA DO HOSPITAL SÃO GERALDO


RECEPÇÃO DO HOSPITAL

HOSPITAL SÃO GERALDO



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SITUADO A AVENIDA MATO GROSSO. 
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